Os EUA alertaram para um cenário em que o Líbano seria inundado por terroristas de milícias pró-iranianas vindas da Síria, Iraque e até do Iêmen.

O governo Biden deixou claro a Israel que os EUA não acreditam que uma “guerra limitada” no Líbano ou uma “pequena guerra regional” sejam opções realistas, pois seria difícil impedi-las de se expandir.
O governo Biden aconselhou Israel nas últimas semanas contra a ideia de que uma “guerra limitada” poderia ser travada no Líbano e alertou que tal medida poderia levar o Irã a intervir – foi o que disseram a Walla dois altos funcionários americanos e um funcionário israelense informado sobre as negociações.
Altos funcionários americanos e israelenses disseram que as FDI e o Ministério da Defesa estão cada vez mais preocupados que a situação no Líbano esteja chegando a um ponto de inflexão. Os EUA e a França tentaram encontrar uma solução diplomática para reduzir as tensões na fronteira, mas ainda não avançaram.
Evitar uma guerra total entre Israel e o Hezbollah que poderia levar à destruição generalizada no Líbano e em Israel era um objetivo central do governo Biden em seus esforços para evitar que os combates em Gaza se expandissem para um conflito regional muito mais amplo.
O governo Biden acredita que será impossível restaurar a paz na fronteira entre Israel e o Líbano sem um cessar-fogo em Gaza.
Fonte: The Jerusalem Post